Final de semana em Nápoles: será que Lari dá conta?

Sempre que pensamos em fazer qualquer passeio ou viagem, surge uma preocupação se o roteiro ou local é adequado para a Larissa, se ela vai gostar, se é acessível (o joelho dela ainda exige cuidados). Antes de recusar, eu penso em como fazer dar certo.

Esta semana, recebemos a notícia incrível de que nossa residência foi confirmada e, com isso, estávamos mais liberados. Na hora pensamos em conhecer Nápoles, que fica a uma hora daqui. Além de ser a terceira maior cidade da Itália, é um dos patrimônios da Unesco, por sua importância e marcos históricos.

Mas como fazer dar certo, numa cidade lotada, com ladeiras enormes, arquitetura milenar, excesso de informação visual, sonora e sensorial? Pesquisei bastante, com a ajuda incrível de uma amiga semi-napoletana, e optamos por um roteiro flexível. Queríamos muito conhecer o Museo Archeologico, por isso fomos logo na chegada, de metrô, direto da rodoviária.

De lá, descemos a via Toledo, com suas milhares de lojas, barraquinhas, camelôs, e paramos pra almoçar. Optamos por não entrar no Quartieri Spagnoli, famoso por suas ladeiras estreitas.

Inicialmente pensamos em fazer um bate-volta, mas como adoro xeretar o Booking, descobri um hotelzinho incrível dentro da Galleria Umberto I, com elevador (daqueles mega antigos), decoração moderninha nos quartos, ar condicionado maravilhoso, isolamento acústico e que não custava um rim. Foi a melhor coisa que fizemos!

Depois do almoço, teve banho e descanso e no meio da tarde, pudemos retomar o passeio pela região do centro histórico. De noite jantar no entorno e cama.

Hoje, depois do checkout, fizemos um rápido passeio na Gallerie D’Italia e fomos conhecer a imponente Piazza del Plebiscito e o lungomare. Detalhe: Fábio e eu levamos apenas uma mochila cada um, com o mínimo necessário. Assim a gente pode curtir sem mala e mais estresse do que fazer com a bagagem.

Alguém vai me perguntar: foi perfeito? Óbvio que não. Ela ficou cansada pacas, reclamou do calor, teve chororô pra completar os percursos, mas na volta ela falou: “eu amei Napoli. Vou sentir saudade”.

Almoçamos e viemos embora pra casa, cansados e felizes, com histórias e memórias novas. Valeu a pena!

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